segunda-feira, 16 de agosto de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Cientistas identificam fóssil de peixe gigante de 66 milhões de anos


Espécie teria desaparecido na mesma época em que os dinossauros, de acordo com especialistas.
Da BBC

crédito: Robert Nicholls (paleocreations.com)
Peixe grande - Representação artística de como seriam os 'Leedsichthys'
Os mares pré-históricos estavam cheios de peixes gigantescos que se alimentavam de plânctons e que desapareceram na mesma época em que os dinossauros, sugere uma pesquisa recém-publicada. Cientistas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos estudaram fósseis que mostram que o peixe existiu entre 66 milhões e 172 milhões de anos atrás. Eles acreditam que pode se tratar de "uma parte que faltava na história evolucionária de peixes, mamíferos e ecossistemas do oceano". A descoberta foi divulgada na última edição da revista "Science". A equipe internacional que realizou o estudo incluiu acadêmicos das universidades de Glasgow e Oxford, Universidade DePaul, em Chicago, Universidade Fort Hays, no Kansas, e Universidade do Kansas.
Nova espécie
O projeto começou em Glasgow, com uma análise dos despojos de um peixe gigantesco do período Jurássico, o Leedsichthys, em conjunto com a escavação de uma nova espécie da mesma criatura em Peterborough.
Jeff Liston, da Universidade de Glasgow, chefiou a escavação em Peterborough e achou que a nova espécie era uma anomalia.
"O avanço veio quando descobrimos outros fósseis, semelhantes aos Leedsichthys, mas em rochas muito mais recentes", disse.
"As amostras indicaram que havia peixes que se alimentavam por filtragem há muito mais tempo do que pensávamos."
Liston disse que a partir daí os pesquisadores começaram a reavaliar coleções de museus e a descobrir essa característica em fósseis no mundo inteiro, que não tinham sido muito estudados ou que haviam sido identificados de maneira errada.
Vários dos novos fósseis mais importantes - todos da mesma família de peixes dos Leedsichthys - vieram de locais no Kansas.
Outros fósseis foram encontrados em áreas em Dorset e Kent, na Grã-Bretanha, e no Japão.
Mamíferos
"Foi só depois que esses peixes desapareceram do ecossistema é que mamíferos e peixes cartilaginosos como a arraia manta, tubarão-peregrino e tubarão baleia começaram a se adaptar àquele papel ecológico", disse Liston.
O cientista disse que a descoberta tem "implicações para o nosso entendimento da produtividade biológica em oceanos modernos e como a produtividade mudou ao longo do tempo".
Uma das amostras mais bem preservadas do Kansas tinha sido considerada previamente semelhante a um tipo de peixe-espada.
Quando membros da equipe começaram a limpar a amostra, descobriram um vão sem dentes na boca, com uma ampla rede de placas ossudas alongadas para extrair grandes quantidades de plâncton microscópico.
A equipe deu o nome de Bonnerichthys a esse peixe com um comprimento de quatro a cinco metros, em uma homenagem à família do Kansas que descobriu o fóssil.

Fonte: G1.GLOBO.COM

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Revisão 6 série - comentada

REVISÃO COMENTADA – 6. SÉRIE
1 – O principal conquistador do Império Asteca foi o espanhol Hernán Cortes, principalmente pela sua ganância, porém ele era um homem de grande inteligência e um excelente estrategista.
2 – Dentre outras estratégias para conquistar o Império Asteca está a utilização da ingênua Malinche, que contou tudo sobre a cultura do seu povo para o conquistador e com isso ele utilizou tudo que poderia utilizar contra os Astecas para conquistá-los, portanto Malinche foi um ponto fundamental para a conquista do Império
3 – Hernán utilizou-se muito bem da cultura dos Astecas para conquistá-los, como por exemplo a lenda que eles acreditavam que o deus Quetzalcoatl, voltaria para reinar novamente e comandar o seu povo, sabendo disso o próprio Hernan haveria feito os nativos acreditar que ele seria o cumprimento dessa lenda.
4 – Além de obter informações privilegiadas com a nativa Malinche, a expedição de Hernán contava com 600 soldados, 11 navios, 100 marinheiros, canhões e cavalos, apesar de um numero menor de homens, ele conseguiu convencer os inimigos dos Astecas a lutarem ao lado dos espanhóis. Apesar dos inimigos dos astecas ajudarem os espanhóis eles não tiveram muitos privilégios e continuaram sendo explorados.
5 – Alguns fatores foram determinantes para conquista dos espanhóis:
- Informaçoes privilegiadas;
- O modo como os nativos percebiam a guerra;
- Superioridade bélica;
- As epidemias que os espanhóis trouxeram da Europa.
6 – Podemos destacar também que apesar da grande superioridade que os espanhóis tinham sobre os astecas e os incas, os povos pré-colombianos ofereceram uma forte resistência, principalmente com a figura do lendário Tupac Amaru.

sábado, 29 de novembro de 2008

Saiba um pouco mais sobre o TDAH

http://www.youtube.com/watch?v=lIUIIwAgAfQ

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Nova pirâmide encontrada em Saqqara


Egito diz ter encontrado pirâmide construída para antiga rainha
Construção foi localizada em areal ao sul da capital, Cairo, diz governo.Ela guardaria os restos mortais da rainha Sesheshet, mãe do rei Teti.
Da Reuters, em Saqqara

Arqueólogos egípcios descobriram uma pirâmide construída no deserto e que pertenceria à mãe de um faraó no poder mais de 4.000 anos atrás, disse na terça-feira (11) o chefe do Departamento de Antiguidades do país.
A pirâmide, encontrada há cerca de dois meses em um areal localizado ao sul do Cairo, guardava provavelmente os restos mortais da rainha Sesheshet, mãe do rei Teti, que governou de 2323 a.C. a 2291 a.C. e que fundou a Sexta Dinastia do Egito, afirmou Zahi Hawass.



Arqueólogos trabalham próximo à base da pirâmide recém-descoberta em Saqqara, no Egito, nesta terça-feira (11). (Foto: AP)
"A única rainha cuja pirâmide não havia sido encontrada é Sesheshet, e é por isso que tenho certeza de que essa pirâmide pertencia a ela", disse a autoridade. "Isso enriquecerá o nosso conhecimento a respeito do Antigo Reinado."
A Sexta Dinastia, uma época de conflitos dentro da família real do Egito e de erosão do poder centralizado, é considerada a última dinastia do Antigo Reinado, depois do qual a região passou por um período de falta de alimentos e de instabilidade social.
Arqueólogos haviam descoberto antes, perto dali, as pirâmides pertencentes a duas das mulheres do rei, mas nunca tinham encontrado uma tumba pertencente a Sesheshet.
A construção sem topo, de 5 metros de altura, chegava originalmente a 14 metros, com laterais de 22 metros de comprimento, afirmou Hawass.
A pirâmide, que seria a 118a a ser encontrada no Egito, segundo Hawass, havia sido escavada perto da pirâmide mais antiga do mundo, em Saqqara, uma área tumular para os antigos imperadores da região.
"Essa pode ser a mais completa pirâmide subsidiária a ser encontrada em Saqqara", afirmou Hawass.
O monumento seria originalmente recoberto por pedras calcárias trazidas de uma mina a céu aberto existente em Tura, nas cercanias de Saqqara, disse a autoridade.
Os arqueólogos pretendem entrar na câmara sepulcral da pirâmide dentro de duas semanas. A maior parte dos objetos presentes ali, no entanto, já deve ter sido roubada, afirmou Hawass.
Alguns artefatos, entre os quais uma estátua de madeira do antigo deus egípcio Anúbis e figuras funerárias de datas posteriores, indicam que o cemitério havia sido reutilizado na época romana, disse a autoridade.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

"A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira uma operação para investigar suposta coação eleitoral exercida pela candidata à reeleição para a Prefeitura de Magé, Núbia Cozzollino (PMDB), e candidatos a vereador de seu grupo político. Ao todo, a operação Voto Sem Cabresto cumpriu mandados de busca e apreensão em 44 locais na cidade de Magé (RJ). (...) A PF acusa o grupo de estar coagindo diretores, professores e funcionários de escolas e creches municipais a votar na prefeita e nos candidatos a vereador de seu grupo. Ainda de acordo com a polícia, a coação também se dá com pais de alunos, com os quais foram feitas reuniões com o intuito de pressioná-los a votar na candidata e em seu grupo." Folha de São Paulo - 11/09/2008.

Sabemos que o voto é o instrumento maior do processo democrático. Até onde o moderno "voto de cabresto" pode interferir no transcorrer da consolidação democrática no Brasil, bem às portas de uma nova eleição?